Ricardo

No ano em que nasceu, o râguebi em Portugal já contava com 16 campeonatos nacionais. Ainda longe de imaginar o impacto desta modalidade na sua formação pessoal e profissional, Ricardo Nunes só se lembra de ter uma ideia fixa em criança: ser arquiteto.

Aos 18 anos foi fundador da primeira equipa de râguebi em Setúbal, onde jogou durante 8 anos. Paralelamente, entrou em Arquitetura na Universidade Lusíada de Lisboa.

O kick-off da sua carreira ficou marcado pela colaboração com os arquitetos Pedro Ferreira Pinto e João d’Almeida entre 1996 e 1998 e na participação na reconstrução de duas freguesias e três igrejas na ilha do Faial, após a crise sísmica de 9 de julho de 1998.

Ao longo de 20 anos de atividade, tornou-se experiente em todas as fases de projeto, desde a conceção até à coordenação de obra, nas áreas da Hotelaria, Indústria, Educação, Habitação e Serviços.

Consolidou a sua experiência internacional com projetos em Angola, Moçambique, Brasil e mais recentemente (2015-2016) em Timor Leste, onde foi consultor na construção do Aeroporto Internacional de Oé-Cusse.

Compromisso, atenção aos detalhes, flexibilidade, capacidade de liderança e de mediação na gestão de pessoas e projetos são características que Ricardo desenvolveu, alicerçadas no lema motivacional “Querer é poder. Crer é vencer”, de Tomaz Morais, o selecionador nacional de Rugby de XV.

Acredita que pode sempre fazer mais e melhor e, por mais cliché que pareça, não hesita em declarar que daria a vida pelos filhos, a sua inspiração diária. Se o génio da lâmpada lhe aparecesse, pediria uma praia com ondas para concretizar o seu sonho: “A vida é melhor em calções e chinelos!”

Onde pode encontrar o trabalho de Ricardo

Ricardo trabalhou com as seguintes autoridades:

  • Lisboa
  • Oeiras
  • Sintra
  • Cascais
  • Mértola
  • Cascais
  • Angola
  • Timor